Quem mexeu no meu queijo? A minha análise!
Postado por Ricardo Falasca em Diversos | Data: 11/06/2010
Tags:atualização pessoal, atualização profissional, liderança, medo de mudanças, quem mexeu no meu queijo, simplicidade
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Estou quase concluindo meu curso de Pós-graduação (Gestão em Tecnologia da Informação) e senti vontade de compartilhar um pouco do que consigo produzir. Aos poucos vou postar alguns artigos relacionados a trabalhos que entreguei (ou que ainda estou entregando) nos módulos do curso. As postagens serão atemporal em relação aos módulos, sendo assim, pode ter sido algo relacionado à algum modulo do início ou até mesmo do final do curso.
Antes de ler, atente-se, NÃO SOU: administrador de empresas, consultor executivo nem profissional da área de finanças ou economia, estou “apenas” trabalhando para desenvolver minhas habilidades de liderança.
Eis uma pequena análise! :)
Antes de falar sobre alguma experiência própria relacionada ao filme, quero dizer que além de assistir o filme, li vários comentários sobre este na internet. Alguns desses comentários criticavam o livro como sendo de conteúdo pífio que faz com que “a média do mundo corporativo seja taxada de medíocre”, nas palavras do Dr. Pierre Lucena, doutor em Finanças (PUC-RJ) e professor da UFPE (Recife, PE).
Embora eu concorde com o fato do livro trazer mensagens triviais e da história ser mais uma das coisas que os americanos conseguem “enlatar” e nos fazer engolir, não serei hipócrita ao ponto de dizer que nenhum dos assuntos abordados pela história não me diz respeito ou que não vejo em alguns profissionais que convivem ou já conviveram profissionalmente ao meu lado.
Na tentativa de encontrar pontos em que devo melhorar tanto em minha vida pessoal como profissional, vejo três pontos essenciais para evoluir: simplicidade nas soluções dos problemas, atualização profissional e também pessoal e por último não ter medo de mudanças.
O primeiro item que menciono é a simplicidade nas soluções dos problemas, não só de problemas profissionais mas também naqueles que afetam o âmbito pessoal. É comum na área de desenvolvimento de software as discussões para solução de um determinado problema, sair do foco e ir além da situação inicial, surgimento de novas idéias que poderiam disponibilizar novas facilidades, novos recursos para o software, claro que sempre tendo em mente a total satisfação do usuário. Infelizmente muitas vezes acabamos na verdade complicando o fácil e ao invés de simplesmente resolvermos uma pendência ou falha, criamos novos recursos fantásticos que nunca serão utilizados e possivelmente no futuro excluídos por terem se tornado desnecessários. A mesma coisa acontece em nossa vida pessoal, posso citar uma pessoa conhecida que ao se deparar com um problema no controle de sua conta bancária, precisava separar finanças de uso corriqueiro de valores que pretendia investir em poupança acabou fazendo o que para ela era óbvio: abriu uma nova conta. Mesmo sabendo que sua conta bancária já existente (como quase todos os bancos) possuía a separação de conta corrente e conta poupança. Ou seja, ao invés de simplificar, acabou abrindo margem para um descontrole ainda maior.
Um assunto que me diz respeito e que dou atenção cada vez mais é em relação atualização profissional. A criação deste artigo por exemplo tem um objetivo, que é a conclusão de outro módulo em meu curso de pós-graduação. Em minha atuação como gestor de projetos e analista de sistemas requer que eu me atualize diariamente no que diz respeito a novas tecnologias, novos conceitos e também na real necessidade dos clientes atuais e futuros clientes de nossa empresa. Sendo assim, vejo o queijo novo como novas oportunidades para a empresa e atualizar-me é essencial para a busca deste “queijo”.
Talvez um dos maiores medos presentes em trabalhadores brasileiros, inclusive gestores que possuem muito tempo de casa em determinada empresa, é o medo de mudanças. Falar em novos conceitos ou mudança em procedimentos para alguém que tem o perfil do duende HEM do filme em análise é a praticamente querer tomar seu lugar. A máxima “há males que vem para o bem” pode não ser exatamente correta, mas nem sempre as mudanças são ruins, geralmente elas acontecem por algum motivo inovador, na busca por melhorias, evolução. Ter medo das mudanças é como se opor a uma evolução pessoal e profissional.
Referências
Filme “QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?” Tempo: 10’42”. http://www.youtube.com/watch?v=l6sCdGsag80. Acessado em 06/06/2010.
LUCENA, Pierre: Análise: Quem mexeu no meu queijo? http://acertodecontas.blog.br/economia/anlise-quem-mexeu-no-meu-queijo-3/ – Acessado em 06/06/2010 às 22:25.
AUGUSTO, Alvaro: Quem mexeu no meu queijo? Uma análise crítica, por Alvaro Augusto. http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/quem-mexeu-no-meu-queijo-uma-analise-critica-por-alvaro-augusto/4864/. Acessado em 06/06/2010 às 22:53.




